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Cingapura condena um britânico a seis semanas de prisão por não usar máscara facial

Benjamin Glynn, de 40 anos, foi considerado culpado por quatro acusações de não usar máscara em um trem em maio e depois no tribunal em julho, além de causar inquietação pública e ameaças contra autoridades.

Glynn já havia sido submetido a uma avaliação psiquiátrica ordenada por um juiz como resultado de seu comportamento e comentários no tribunal.

Na quarta-feira, ele pediu ao tribunal que rejeitasse o que chamou de “acusações ilegais” e pediu que seu passaporte fosse devolvido para que pudesse voltar ao Reino Unido para ficar com sua família, de acordo com a CNA.

Cingapura e Grã-Bretanha planejam

Um juiz foi citado dizendo a Glynn que ele havia sido “completamente iludido” ao acreditar que estava isento das leis de mascaramento de Cingapura.

Glynn se representou no tribunal, e ligações e mensagens de texto da Reuters em seu telefone ficaram sem resposta na quarta-feira.

O centro de negócios asiático é famoso por aplicar regras rígidas e prender e multar outras pessoas por violar as leis da Covid-19. Alguns estrangeiros têm suas autorizações de trabalho retiradas por violar a lei.

A cidade-estado manteve os surtos de coronavírus sob controle, em parte por causa de sua aplicação ou medidas rígidas.

Em fevereiro, um tribunal de Cingapura sentenciou um britânico a duas semanas de prisão depois de escapar de um quarto de hotel durante a quarentena para se encontrar com sua então noiva.

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