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A FTC registra uma nova reclamação antitruste em uma tentativa de destruir o Facebook 

A nova reclamação vem quase dois meses depois que um juiz federal rejeitou a reclamação original, argumentando que a FTC não havia fornecido evidências suficientes de que o Facebook tinha o monopólio das redes sociais para permitir que o caso continuasse.

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Na nova reclamação diz respeito 50% mais longo do que o original, o FTC cobre muitos dos mesmos argumentos. A FTC continua a alegar que o Facebook infringiu a lei ao se envolver em aquisições anticompetitivas, notadamente Instagram e WhatsApp, e negou o acesso de aplicativos de terceiros ao Facebook de maneira anticompetitiva.

“Estamos analisando a reclamação revisada da FTC e em breve teremos mais a dizer”, disse o Facebook tweet Quinta-feira. O prazo para a resposta da empresa à reclamação alterada é 4 de outubro.

O processo representa um dos maiores desafios jurídicos já enfrentados pelo império da mídia social do Facebook, que enfrenta um escrutínio cada vez maior nos Estados Unidos e no exterior. Se for bem-sucedido, isso pode fazer com que o Facebook tenha que desconectar o Instagram ou o WhatsApp.

Liderando as acusações está a presidente da FTC, Lina Khan, uma crítica de alto nível da indústria de tecnologia que ajudou a produzir um relatório de congresso histórico no ano passado afirmando que o Facebook, junto com a Amazon, Apple e Google, estão abusando do domínio do mercado para manter seu poder. Neste verão, o Facebook pediu a Khan que se abstivesse de tomar qualquer decisão relacionada ao processo antitruste da FTC.

Na quinta-feira, a FTC anunciou que Khan não recuaria. “Como o caso será ouvido por um juiz federal, a empresa receberá proteção constitucional adequada”, disse a FTC em um comunicado à imprensa.

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